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| Mesa Limpa | |
| Um
dos problemas que sempre afetam a eficiência de uma pessoa é a
organização de sua mesa de trabalho, cujo sintoma mais evidente é o
excesso de papéis esperando sua atenção e ação. Perder tempo
procurando papéis, revisando arquivos e pastas, manuseando repetidas
vezes os mesmos papéis na busca de um documento perdido. Além da perda de tempo causada pela distração visual por ter excesso de papéis não necessários em sua mesa, isso gera uma sensação de peso, de desespero, da continua busca pela tarefa inacabada. Algumas pessoas, erroneamente, interpretam que uma mesa cheia de papéis é símbolo de importância e indispensabilidade de seus cargos. No entanto elas devem se lembrar que este hábito pode indicar desorganização, indecisão ,insegurança, prioridades confusas e incapacidade de terminar tarefas dentro dos prazos. |
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| AS DUAS VIZINHAS | |
Havia duas vizinhas que vivam em pé de guerra. Não podiam se encontrar na rua que era briga na certa. Depois de um tempo, dona Maria descobriu o verdadeiro valor da amizade e resolveu que iria fazer as pazes com dona Clotilde. Ao se encontrarem na rua, muito humildemente, disse dona Maria: — Minha querida Clotilde, já estamos nessa desavença há anos e sem nenhum motivo aparente. Estou propondo para você que façamos as pazes e vivamos como duas boas e velhas amigas. Dona Clotilde, na hora, estranhou a atitude da velha rival e disse que iria pensar no caso. Pelo caminho foi matutando: — Essa dona Maria não me engana: está querendo me aprontar alguma coisa e eu não vou deixar barato. Vou mandar-lhe um presente para ver sua reação. Chegando em casa, preparou uma bela cesta de presentes, cobrindo-a com um lindo papel, mas encheu-a de esterco de vaca. "Eu adoraria ver a cara da dona Maria ao receber esse 'maravilhoso' presente. Vamos ver se ela vai gostar dessa". Mandou a empregada levar o presente à casa da rival, com um bilhete: "Aceito sua proposta de paz e, para selarmos nosso compromisso, envio-te esse lindo presente". Dona Maria estranhou o presente, mas não se exaltou. “Que ela está propondo com isso? Não estamos fazendo as pazes? Bem, deixa pra lá.”. Alguns dias depois, dona Clotilde atende a porta e recebe uma linda cesta de presentes coberta com um belo papel. — É a vingança daquela asquerosa da Maria. Que será que ela me aprontou! Qual não foi sua surpresa ao abrir a cesta e ver um lindo arranjo das mais belas flores que podiam existir num jardim, além de um cartão com a seguinte mensagem: "Estas flores são o que te ofereço em prova da minha amizade. Foram cultivadas com o esterco que você me enviou e que proporcionou excelente adubo para meu jardim. AFINAL, CADA UM DÁ O QUE TEM EM ABUNDÂNCIA EM SUA VIDA". |
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| AMOR NO CORAÇÃO | |
| Numa sala de aula havia várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora: "Professora, o que é o amor?". A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nela o sentimento de amor. As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse: “Quero que cada um mostre o que trouxe consigo”. A primeira criança disse: “Eu trouxe esta flor, não é linda?”. A segunda criança falou: “Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção”. A terceira criança completou: “Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?”. E assim as crianças foram se colocando. Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Esta estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou: “Meu bem, por que você não trouxe nada?”. E a criança timidamente respondeu: “Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume. Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume durasse mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?”. A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração. |
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| ENVELHECER | |
Envelheço quando me fecho para as novas idéias e me torno radical. Envelheço quando o novo me assusta. E minha mente insiste em não aceitar. Envelheço quando me torno impaciente, intransigente e não consigo dialogar. Envelheço quando meu pensamento abandona sua casa. E retorna sem nada a acrescentar. Envelheço quando muito me preocupo e depois me culpo porque não tinha tantos motivos para me preocupar. Envelheço quando penso demasiadamente em mim mesmo e conseqüentemente me esqueço dos outros. Envelheço quando penso em ousar e já antevejo o preço que terei que pagar pelo ato, mesmo que os fatos insistam em me contrariar. Envelheço quando tenho a chance de amar e deixo o coração que se põe a pensar: Será que vale a pena correr o risco de me dar? Será que vai compensar? Envelheço quando permito que o cansaço e o desalento tomem conta da minha alma que se põe a lamentar. Envelheço, enfim, quando paro de lutar! |
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| DEPENDE DE MIM | |
Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite. Minha função é escolher que tipo de dia que vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a rua. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto que abrigue minha família e meus pertences. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está à minha frente, esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma ao meu dia e ao mundo. Tudo depende só de mim. |
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| PEDIDO DE AMOR | |
"Quando é o seu coração que pede, saiba que você já foi atendido mesmo antes de fazer o pedido." Havia uma linda princesa chamada Noa. Todos os dias, quando o sol estava para se pôr, ela cantava em gratidão por mais um dia. E todo o reino silenciava para ouvir sua linda canção. Todos sentiam uma grande paz. As crianças amavam a voz de Noa. Sua voz era um símbolo de amor dentro do reino. Um dia, a voz de Noa silenciou. Noa não conseguia falar e nem cantar, e ninguém sabia o porquê. O rei, muito preocupado, pediu ajuda a todos os sábios do reino na tentativa de recuperar a voz da filha. Alguns traziam receitas caseiras, ervas consideradas milagrosas, outros a benziam. Mas nada surtia efeito e, assim, o reino caiu em profunda tristeza. As tardes já não eram tão especiais sem o canto de Noa. E o tempo foi passando... Noa não era mais vista ao entardecer, e o rei estava em prantos pela dor de sua filha. Mas, numa noite fria, o rei ouviu batidas na porta do castelo. Ele próprio decidiu abri-la, quando viu um pobre mendigo a pedir por comida: - Senhor dá-me de comer, tenho muita fome. O rei, vendo o pobre homem, ordenou que dessem de comer ao mendigo. E então o mendigo disse ao rei: - És um homem tão bondoso! Deste-me de comer quando eu mais precisava. Como posso retribuir tamanha generosidade? - Não há nada que possas fazer. O meu maior desejo, ninguém pode realizar. Vá com Deus. E assim, o mendigo saiu do castelo muito agradecido. No dia seguinte o rei ouviu Noa chamá-lo. Subiu às pressas a escadaria do castelo e não acreditou ao ver que ela havia recuperado a voz. E o reino inteiro festejou pelo milagre ocorrido com Noa. Poderiam ouvir sua voz ao entardecer e os dias seriam felizes novamente. E o rei, em sua tamanha alegria, começou a questionar quem teria feito tal milagre. Foi quando lembrou-se do mendigo que esteve em seu castelo na noite anterior. Ele tinha um olhar diferente quando falou em retribuir ao rei pela comida dada. - Sim, procurem aquele homem, porque se foi ele quem fez tal milagre, devo agradecer-lhe. E então, saíram em busca do mendigo e o encontraram na floresta. - És o mendigo que o rei procura? E o mendigo falou: - Como está o rei? - Então és tu quem realizou o milagre? Como conseguiste? - Nada fiz senhor. Apenas pedi a Deus, com amor, que desse ao rei o que faltava-lhe. E quando pedimos com amor, nem mesmo Deus pode nos negar, pois sendo Ele o Amor, como poderia contrariar o Seu próprio pedido? |
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| UMA FLOR RARA | ||
Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe pagava muitíssimo bem e uma família unida. O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso. O trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo, e pouco sobrava para a família. Um dia, seu pai, um homem muito sábio, deu a ela uma flor muito cara e raríssima, da qual havia apenas um único exemplar em todo o mundo. E disse a ela: - Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas de regá-la e podá-la de vez em quando, às vezes conversar um pouquinho com ela, e ela dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas cores. A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, o trabalho consumia todo o seu tempo e a sua vida, não permitindo que ela sequer cuidasse da flor. De volta à sua casa, ela olhava a flor, que ainda estava lá, não mostrando sinal de fraqueza ou morte. Apenas estava lá, linda, perfumada. Então ela passava direto. Até que um dia, mal entrara em sua casa, a jovem leva um susto! Sem mais nem menos, a flor morreu. Suas pétalas estavam murchas e escuras, suas folhas, ressecadas. A jovem chorou muito e contou a seu pai o que havia acontecido. Seu pai então respondeu: - Eu já imaginava que isso aconteceria e não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa. Ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família. A relação com as pessoas que nos amam é como a flor: você deve aprender a cultivá-la, dar atenção a ela. Assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre colorida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama! Autor Anônimo |
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| MOMENTO CERTO DAS COISAS | ||
Certo dia, um homem observava uma pequena abertura em um casulo. Observando-o por várias horas, ele via o modo como o pequeno animal, uma borboleta, se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquela abertura. Então pareceu ao homem que ela não fazia progressos em suas tentativas. Assim, \n'; document.write(barra); } } changePage(); O homem continuou a observar a borboleta, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se esticassem, prontas para o vôo. Nada aconteceu. Na verdade, a borboleta passou o resto da vida rastejando, com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca fora capaz de voar. O que o homem não compreendia, em sua gentileza e vontade de ajudar, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura se tratava do modo com que Deus fazia para que o fluido do corpo da borboleta fosse para suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo. Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não seríamos tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar. |
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| CULPADO OU INOCENTE? | ||
| Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor do crime era pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino. O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história. O juiz, que também foi comprado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que este provasse sua inocência. - Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino - determinou o juiz. Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance de o acusado se livrar da forca. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e, pressentindo a "vibração", aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem. - Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber o seu veredicto? - É muito fácil. - respondeu o homem - Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário. Imediatamente o homem foi liberado. MORAL DA HISTORIA: Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento. Saiba que, para qualquer problema, há sempre uma saída. Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir. |
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| CARROÇA VAZIA | ||
Uma das grandes preocupações de nosso pai, quando éramos pequenos, consistia em fazer-nos compreender o quanto a cortesia é importante na vida. Por várias vezes percebi o quanto lhe desagradava o hábito que têm certas pessoas de interromper a conversa quando alguém está falando. Eu, especialmente, incidia muitas vezes nesse erro. Embora visivelmente aborrecido, ele, entretanto, nunca ralhou comigo por causa disso, o que me surpreendia bastante. Certa manhã, bem cedo, ele me convidou para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros. Concordei, com grande alegria, e lá fomos nós, umedecendo nossos calçados com o orvalho da relva. Ele se deteve em uma clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou: — Você está ouvindo alguma coisa além do canto dos pássaros? Apurei o ouvido alguns segundos e respondi: — Estou ouvindo o barulho de uma carroça que deve estar descendo pela estrada. — Isso mesmo... - disse ele - É uma carroça vazia... De onde estávamos não era possível ver a estrada e eu perguntei admirado: — Como pode o senhor saber que está vazia? Meu pai pôs a mão no meu ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, explicando: — Por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz. Não disse mais nada, porém deu-me muito o que pensar. Tornei-me adulto e, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa de todo o mundo, ou quando eu mesmo, por distração, vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão de estar ouvindo a voz de meu pai soando na clareira do bosque e me ensinando: — Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz. |
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| MEU MELHOR AMIGO | |
Diz uma linda lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e, em um determinado ponto da viagem, discutiram. O outro, ofendido, sem nada a dizer, escreveu na areia: HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO. No entanto seguiram viagem e chegaram a um oásis, onde resolveram banhar-se. O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se, porém sendo salvo pelo amigo. Ao recuperar-se, pegou uma faca e escreveu numa pedra: HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA. Intrigado, o amigo perguntou: - Por que depois que te bati, você escreveu na areia e agora escreveu na pedra? Sorrindo, o outro amigo respondeu: - Quando um grande amigo nos ofende, deveremos escrever na areia onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de tudo apagar; porém, quando o amigo nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar.
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| O EXERCÍCIO DA PACIÊNCIA | |
Esta é a historia de um menino que tinha um mau caráter. Seu pai lhe deu um saco de pregos e disse-lhe que cada vez que ele perdesse a paciência, deveria pregar um prego atrás da porta. No primeiro dia, o menino pregou 37 pregos atrás da porta. Nas semanas que seguiram, à medida que ele aprendia a controlar seu gênio, pregava cada vez menos pregos atrás da porta. Com o tempo descobriu que era mais fácil controlar seu gênio do que pregar pregos atrás da porta. Chegou o dia em que pode controlar seu caráter durante o dia. Depois de informar seu pai, este lhe sugeriu que retirasse um prego a cada dia que conseguisse controlar seu caráter. Os dias se passaram e o jovem pôde finalmente anunciar a seu pai que não havia mais pregos atrás da porta. Seu pai o pegou pela mão, levou-o até a porta e lhe disse: “Meu filho, vejo que você teve um trabalho duro, mas veja todos estes buracos na porta. Nunca mais será a mesma”. “Cada vez que você perde a paciência, deixa cicatrizes, exatamente, como as que você vê aqui. Você pode insultar alguém e retirar o insulto, mas dependendo da maneira como fala, o efeito poderá ser devastador e a cicatriz ficará para sempre. Uma ofensa verbal pode ser tão daninha como uma ofensa física”. |
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| PARÁBOLA DA CAIXINHA | |
Um granjeiro pediu certa vez a um sábio que o ajudasse a melhorar sua granja, que tinha baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um pedaço de papel, o qual foi colocado numa caixa. Ao entregá-la ao granjeiro, disse: - Leva esta caixa por todos os lados de sua granja, três vezes ao dia, durante um ano. Assim fez o granjeiro. Pela manhã, ao ir ao campo, levando a caixa consigo, encontrou um empregado dormindo, quando este deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamou sua atenção. Ao meio-dia, quando foi ao estábulo, encontrou o gado sujo e os cavalos ainda sem sua alimentação. E à noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta de que o cozinheiro estava desperdiçando os alimentos. A partir daí, todos os dias, ao percorrer sua granja de um lado para outro com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas. Ao final do ano voltou a encontrar o sábio e lhe disse: - Deixe esta caixa comigo por mais um ano. Minha granja melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto. O sábio riu e, abrindo a caixa, disse: - Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida. No papel havia escrito a seguinte frase: “Se queres que as coisas melhorem, deves acompanhá-las de perto constantemente”. |
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| NÃO SE ENVENENE | |
Se alguém colocasse veneno na sua água e você descobrisse isso, você a beberia mesmo assim? Certamente não. Certos elementos químicos que você consegue ver, provar, tocar e sentir o odor podem ser fatais. Felizmente somos dotados de instintos de autopreservação que nos coíbem de ingerir ingênua e deliberadamente tais substâncias. Mas o que dizer da sua mente? Repetidamente as pessoas estão envenenando seus pensamentos com o negativismo. E ainda que não possam vê-lo, prová-lo ou tocá-lo, ele pode ser igualmente fatal. Mas o que é esse veneno? Negativismo é o veneno que mata os mais preciosos sonhos de uma pessoa. Ele começa com pensamentos negativos, que devem ser contidos a todo custo, posto que contaminam e se alastram. Para fazer frente a isso, é necessário que você monitore os pensamentos que permitem a entrada desse veneno em sua mente. Cada um de seus pensamentos! Se você se descobre pensando negativamente, repense. Parte do processo de mudar seu pensamento do negativo para o positivo consiste em ser grato pelas preciosas dádivas que a vida pode nos oferecer. A simples gratidão pela vida que nos foi dada atrai algumas das melhores coisas com as quais sonhamos nesse mundo. |
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| A CONFIANÇA QUE A SINCERIDADE TRAZ | |
| O desejo sincero de ser útil, de contribuir, nos dá confiança nas situações difíceis – telefonemas de vendas, entrevistas de emprego, discursos em público, confrontos, pedidos de ajuda, solução de diferenças. Quando você é realmente sincero no seu desejo de ajudar, isso será percebido. Você terá uma confiança natural e uma eficiência que só aparecem quando o que você está fazendo tem valor. Considere com cuidado o que você tem a oferecer e o que você pode fazer pelo outro. Como seu relacionamento irá beneficiá-lo? Agora pense em como você se sentiria se alguém ligasse para você e mostrasse real interesse em ajudar. Não seria maravilhoso? O desejo sincero de ajudar é mais do que uma intenção. Inclui a determinação de estar adequadamente preparado e fazer aquilo que lhe colocará na posição de poder ajudar. |
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| LIÇÃO DE MESTRE | |
Certo dia, num grande castelo, com a morte do Guardião, foi preciso encontrar um substituto. O Grande Mestre convocou, então, todos os discípulos para determinar quem seria a nova sentinela. O Mestre, com muita tranqüilidade, falou: - Assumirá o posto o primeiro que resolver o problema que vou apresentar. Então, ele colocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e, em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela de extraordinária beleza a enfeitá-lo, e disse apenas: - Aqui está o problema. Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor inestimável, com a maravilhosa flor ao centro. O que representaria? O que fazer? Qual o enigma? Neste instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre e os companheiros, dirigiu-se ao centro da sala e .... ZAPT...... destruiu tudo com um só golpe. Tão logo o discípulo retornou ao seu lugar, o Mestre disse: - Você será o novo Guardião do Castelo. Moral da história: Não importa qual o problema, este precisa ser eliminado. Um problema é um problema. Mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homem maravilhoso ou um grande amor que se acabou. Por mais lindo que seja ou tenha sido, se não existir mais sentido para ele em sua vida, tem de ser suprimido. |
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